AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO ALTO DO LUMIAR -Lisboa-

“Aprender é cada vez menos memorizar conhecimentos e cada vez mais preparar-se para os saber encontrar, avaliar e utilizar. A capacidade de atualização passa a ser uma ferramenta essencial para o indivíduo que quer sobreviver numa sociedade de verdades relativas e efémeras. Neste contexto a Biblioteca Escolar é central no processo educativo.”

José Calixto - A Biblioteca Escolar e a Sociedade de Informação, Lisboa: Editorial Caminho, 1996, p.86(Caminho da Educação nº2)

terça-feira, 27 de junho de 2017

Grupo de Teatro do Alto do Lumiar

Projeto que nasceu de uma grande força de vontade de um grupo de professoras que contou, desde logo, com a ajuda preciosa dos professores de EV. e com o forte apoio da Direção deste Agrupamento.

Também não poderíamos deixar de agradecer à parceria estabelecida com o Centro Social da Musgueira (Mediateca) que nos disponibilizou o espaço para as várias atuações.

Aqui vos deixamos um bocadinho do que foi um ano dedicado a este projeto, mas sobretudo a estes alunos...



"Quando chegaste, eu estava triste, mas tu mostraste que o SONHO existe, meu companheiro. Deste-me a vida e o mundo inteiro. A pureza, a luz de uma criança, a alegria e a esperança. Como é importante, principezinho, A C R E D I T A R!"

sábado, 24 de junho de 2017

DIA NACIONAL DAS COMUNIDADES CIGANAS

A EAPN Portugal (sigla inglesa para Rede Europeia Anti-Pobreza) está a promover uma campanha de combate à discriminação das Comunidades Ciganas. 

Os vídeos contam com a presença da atriz Catarina Furtado e com o diretor-geral da saúde Francisco George e surgem no âmbito do Dia Nacional das Comunidades Ciganas, que se celebra  no dia 24 de junho.                                                              
                                                                                                                                                    LER +







"Temos consciência de que as comunidades ciganas são as que sofrem mais discriminação em Portugal, entendemos que é preciso a mensagem clara de que independentemente da nossa etnia todas as pessoas têm o direito de ser aquilo que querem, a ter um projecto de vida e um futuro", defendeu Catarina Marcelino.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

JUNTOS POR PEDRÓGÃO

A Junta de Freguesia do Lumiar informa a população que pretende apoiar os esforços dos bombeiros nos vários cenários que neste momento em Lisboa os bens devem ser entregues às Corporações dos Bombeiros Voluntários:
  • Ajuda (Rua Sá Nogueira),
  • Beato (Rua do Grilo),
  • Cabo Ruivo (Rua Montepuez),
  • Campo de Ourique (Rua José Gomes Ferreira),
  • Lisboa (Largo Barão de Quintela),
  • Lisbonenses (Rua Camilo Castelo Branco). 
Informamos também que a Caixa Geral de Depósitos criou uma conta solidária – Unidos por Pedrógão. Os dados desta conta solidária são:
Conta Solidária Caixa 0001 100000 330
IBAN PT50 0035 0001 00100000330 42





quarta-feira, 14 de junho de 2017

Final de ano com teatro

Apresentação da peça - "Histórias de um pequeno Príncipe" realizada pelo Grupo de Teatro da EB do Alto do Lumiar, a acontecer na Mediateca do C.S. Musgueira!!








"Não são precisos milhares de euros nem projetos líricos para cativar crianças e ter ideias transformadoras. Basta ter pessoas que queiram fazer coisas boas."

segunda-feira, 12 de junho de 2017

129 anos de Fernando Pessoa

Retrato de Fernando Pessoa (1964) de Almada Negreiros

No expoente da cultura portuguesa figura Fernando Pessoa. Criador de várias personalidades às quais designou de heterónimos, foi também a expressão de si mesmo a marcar indelevelmente o consciente e inconsciente comum a todos os portugueses. 

Fernando António Nogueira Pessoa nasceu a 13 de junho de 1888, em Lisboa. Por isso, não é só por virtude do seu padroeiro Santo António que esta cidade reconhece a data como identitária e especial. O seu pai, Joaquim de Seabra Pessoa, era funcionário público no Ministério da Justiça e colaborador no periódico Diário de Notícias. A mãe, D. Maria Magdalena Pinheiro Nogueira Pessoa, havia recebido uma assinalável formação em letras e até compunha alguns versos.


“Agora, tendo visto tudo e sentido tudo, tenho o dever de me fechar em casa no meu espírito e trabalhar, quanto possa e em tudo quanto possa, para o progresso da civilização e o alargamento da consciência da humanidade.”

Fernando Pessoa em carta enviada a Armando Côrtes-Rodrigues a 19 de Janeiro de 1915